- Atualizada em 17/02/2017 18:08

UBS do Guarujá precisa de pequenos reparos

Presidente do Legislativo acompanhou visita do secretário de Saúde ao local

Visita à UPA no Guarujá, na zona sul de Porto Alegre. Na foto: presidente da Câmara, vereador Cássio Trogildo (camisa azul) e o Secretário Municipal de Saúde, Erno  Harzhein (camisa lilás)
Servidores falaram sobre as necessidades da unidade(Foto: Henrique Bregãoi/CMPA)

O presidente da Câmara Municipal de Porto Alegre, vereador Cassio Trogildo (PTB), acompanhou o secretário municipal de Saúde, Erno Harzheim, hoje (17/2) em visita à Unidade Básica de Saúde (UBS) Guarujá. Morador da zona Sul, o vereador considerou positiva a visita ao posto de saúde. “Esses pequenos problemas é melhor ver in loco, pois desburocratiza a gestão e acelera o atendimento das pequenas demandas”, elogiou o presidente.

Harzheim explicou que está percorrendo diversas unidades de saúde de Porto Alegre para conhecer os serviços, o que está funcionando bem, o que precisa melhorar e o que efetivamente não funciona. O ambulatório daquele bairro tem aproximadamente oito mil pacientes cadastrados, atendidos em clínica geral, pediatria, ginecologia e gabinete odontológico. 

A principal reclamação dos servidores é quanto à perda de eficiência dos equipamentos de odontologia, falta de ar refrigerado, móveis velhos e ausência de computadores interligados ao sistema de gestão da secretaria. Em contrapartida, o posto de saúde tem sua enfermaria funcionando normalmente com sala de observação e três salas de consultas operando. O estoque de remédios e vacinas está em dia, há kits para realização de exames rápidos de detecção de hepatites virais, HIV e sífilis.

Segundo o secretário, esse é o típico caso de problemas que dependem de pequenas intervenções, pois são de baixo custo e com equipamentos às vezes existentes em almoxarifados de outros departamentos. “Para reativar a rede lógica, basta acionar a Procempa”, exemplificou. O secretário pretende ainda resolver uma pendência legal com a associação dos moradores, que doou o terreno onde foi construído o segundo prédio da UBS mas sem os trâmites legais para a escrituração do terreno, que está irregular.

Texto: Fernando Cibelli de Castro (reg. prof. 6881)
Edição: Marco Aurélio Marocco (reg. prof. 6062)